Ao se servirem dos métodos de datação radiométricos para estimar a idade das rochas e da Terra, uma das coisas que os geólogos assumem é que o decaimento radioactivo foi sempre constante ao longo dos anos. Como foi dito, isto é algo assumido. Ninguém acompanhou a História das rochas que estão a ser avaliadas. Ninguém as foi analisando regularmente para verificar se o decaimento foi constante.
Os evolucionistas ficam sempre muito chateados quando um criacionista aponta este calcanhar de Aquiles dos métodos radiométricos e recorrem aos clichés habituais: “vocês não percebem nada de ciência, são burros, desonestos, mentirosos, [colocar outro insulto qualquer]“. No entanto, recente análise científica conduzida por evolucionistas tem mostrado precisamente isso.
Os vários sistemas de decaimento radioactivo têm núcleos instáveis que emitem várias partículas e radiações até que estabilizam. Há algumas décadas, foram observadas flutuações estranhas em vários destes sistemas. Depois de algumas observações e experiências, foi estabelecido que estas flutuações sazonais correspondem à distância entre a Terra e o sol. Quando a Terra está mais perto do sol, os neutrinos solares aceleram o decaimento radioactivo.
Agora, investigadores italianos mostraram evidências de que um processo denominado “cavitação” acelerou o decaimento radioactivo do isótopo 228 do elemento químico tório. Eles observaram que, durante a experiência de 90 minutos, a cavitação fez com que a desintegração radioactiva do tório acelerasse 10.000 vezes mais do que a sua taxa normal de decaimento. A cavitação pode ocorrer sempre que a corrente de água seja tão rápida que chegue a produzir bolhas de água. Estas bolhas colapsam de maneira tal que produzem ondas de choque suficientemente poderosas para destruir motores de barcos e postos de abastecimento, erodir catastroficamente túneis de água e gerar fortes descargas elétricas.
CONCLUSÃO
Deve ser aborrecido para um evolucionista ver sempre as previsões criacionistas acabarem por ser confirmadas por cientistas evolucionistas. Os criacionistas bem os avisam, mas eles não querem ouvir. Eles são “ignorantes de propósito” (II Pedro 3:5).
Os métodos de datação radiométricos estão a entrar “em crise”. É uma questão de tempo até mais investigação evolucionista descobrir o que os criacionistas já descobriram há muito tempo.
Não se esqueçam que são estes métodos falhos que dão às rochas e à Terra a sua idade de milhões e milhões de anos. Agora cabe a cada um de vocês decidir se querem confiar nestes métodos duvidosos ou se preferem confiar naquele livro que permite previsões acertadas – a Bíblia.
Fonte: http://alogicadosabino.wordpress.com/
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